Vivendo e aprendendo

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A vida não precisa ser sempre dolorosa, mas a dor continua sendo a principal razão pela qual mudamos. quando não dói, nós podemos fingir. Nosso ego diz: “estou muito bem”. Quando as coisas doem o suficiente – por exemplo, quando estamos sozinhos a tempo suficiente, ou suficientemente amedrontados, nos tornamos vulneráveis. Aí, nosso ego já não tem resposta e nós nos abrimos. A dor nos anima a levas as coisas à sério. Tá certo que é sempre mais fácil filosofar sobre a dor alheia. Mas quando chega a hora dos nossos próprios desafios, não ficamos tão entusiasmados assim, e dizemos: “meu Deus, por quê?” Nós também podemos olhar para a vida e dizer: “se não fosse o marido indolente e esses filhos endiabrados eu poderia cuidar do meu crescimento pessoal”. Errado! Eles são o seu crescimento pessoal. As pessoas que fazem parte de nossa vida são os nossos professoras. Os maridos que roncam e deixam a porta do armário aberta; os filhos “ingratos”; os vizinhos que estacionam na frente da sua garagem... Se sua esposa o irrita, significa que o seu projeto é lidar efetivamente com a irritação. E você conta com a pessoa perfeita para ajudá-lo a fazer isso dentro de casa mesmo. A sua mulher! Você pode até dizer: “Vou acabar com isso; vou me divorciar!” Num primeiro momento essa atitude pode até resolver; mas só enquanto você não se casar de novo com outra que o irrite tanto quanto ela. Em poucas palavras: toda pessoa que entra em sua vida é um professor. Por mais que o atormente, ela o ensina, porque mostra onde estão os seus limites. Andrew Matthews, no livro "Siga seu coração"
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